Violência urbana no Brasil

Enviada em 10/08/2019

Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a virtude à segurança. Conquanto, as equívocas soluções e as negligências do governo no atendimento a esse direito reflete na ascendência de violências urbanas causando consequências na sociedade.

Inicialmente, é indubitável que o governo tem dado o descaso ao assunto “segurança”, buscando errôneas soluções. Um espelho disso foi a candidatura do Presidente Jair Bolsonaro, que baseou sua eleição no “pilar” segurança, garantindo aos cidadãos o direito a posse de armas. Segundo o Atlas da Violência de 2019, as mortes por violência estão diretamente relacionadas com as condições socioeconômicos, expondo dados com aumento de homicídios de 25,5 para 30,3 a cada 100 habitantes do ano de 2007 a 2016. Vale indagar, por que o governo está querendo armar a população sendo que antes deles possuírem armas já houve desdobramento de homicídios?

Ademais, é correto somar ao gradiente da problemática, a desigualdade social. De acordo com Karl Marx, a desigualdade social acirra a ditadura de classe, fazendo com que haja uma sobrepondo a outra. Dessa forma, as pessoas que ficam na base da pirâmide (proletariados), não só tentam meios de sobreviver, mas por não terem educação de qualidade, nem tido a atenção necessária, vandalizam, estupram, agridem, praticando diversas formas de violência.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar a violência urbana. Destarte, o Ministério da Economia deve promover não só um aumento no salário das pessoas com baixa renda, mas como também, em parceria com o MEC (Ministério da Educação), desenvolver um projeto de alfabetização e de profissionalismo, com pessoas que não estão tendo atenção necessária. Por meio do uso de professores capacitados para atender essa parte da população, livros e internet. Para assim, que a errônea busca por segurança seja anulada e haja a diminuição da desigualdade social.