Violência urbana no Brasil
Enviada em 27/08/2019
A violência urbana no Brasil vem crescendo, segundo o Atlas da violência 2018, o número de homicídios no país ultrapassou 60 mil em um ano. Diante desse índice, as causas desse aumento envolvem questões socioeconômicas, nas quais a negligência do Estado e a desigualdade social geram como consequências crimes como assassinatos, roubos, furtos e latrocínios que impactam em uma visão negativa do país.
A priori, as causas da violência urbana são a negligência do Estado e a desigualdade social, visto que uma grande parcela da população não tem acesso ou não é assistida por serviços públicos de qualidade e não havendo perspectiva de melhora nas condições de vida, o crime torna-se uma alternativa para a sobrevivência. Segundo o site da BBC, 60% dos assaltos ocorridos são realizados por jovens e adultos que não têm acesso a educação, emprego e a serviços públicos de qualidade.
A posteriori, a consequências do aumento da violência urbana é proliferação de crimes como assassinato, latrocínios e roubos a mão armada que impactam em uma visão negativa do Brasil de tal maneira que torna-se um empecilho para o crescimento do país, uma vez que o turismo é uma das principais fontes de renda e diminuindo também os possíveis investimentos externos. Segundo a fonte O Globo, 70% dos turistas estrangeiros vêem o Brasil, principalmente, o Rio de Janeiro como opção de viagem, porém diante ao alto índice de violência urbana preferem outros países com melhores condições de segurança.
Em suma, a violência urbana impacta no turismo e no crescimento económico do país de tal forma que deve ser reduzida e combatida. Portanto, cabe ao governo, por meio do Ministério da Saúde e da Educação implementar políticas públicas para que a população marginalizada tenha acesso à saúde, cursos, graduação resultando na redução da negligência do Estado e em uma melhoria de qualidade de vida dela. Dessa forma, a violência urbana irá diminuir, visto que a maioria dos crimes são decorrente da marginalização e não acesso à estruturas necessárias para a subsistência.