Violência urbana no Brasil

Enviada em 29/08/2019

No panorama atual, a sociedade brasileira enfrenta um enorme desafio no que se diz respeito à violência urbana no país. Definida pela infringência de leis nas metrópoles, o descumprimento da ordem reflete diretamente no alto índice de criminalidade e precarizam o bem-estar público.

O Brasil tem por obrigação civil proporcionar a segurança de seu corpo social. No entanto, a criação de medidas que tem essa finalidade é insuficiente. Segundo pesquisa feita pelo Atlas de Violência de 2018, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e o Fórum

Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), na última década 553 mil brasileiros perderam a vida por morte violenta, ou seja, em média um total de 153 mortes por dia.

A questão social envolvida se refere à desigualdade social que espelha o abandono da responsabilidade do Estado. Ao falhar no investimento dos fatores preventivos à criminalidade, como por exemplo, educação, moradia e emprego, de certa forma o Estado é responsável pelos índices de violência. Juntamente, peca na repressão do crime organizado, o que influencia no aumento de mortes violentas e massacres historicamente conhecidos.

Portanto, o corpo social brasileiro lida com um problema entrelaçado no sistema que requere ações governamentais com a disponibilidade de uma verba maior para a solução do problema em curto prazo. Outrossim, a criação de órgãos de mobilização da população para o envolvimento em arrecadações, que possibilitem uma melhora de vida em questões socioeconômicas, demográficas, culturais e políticas daqueles abandonados pelo Estado teriam um impacto positivo no país.

a estabilidade, são extremamente frágeis e colaboram