Violência urbana no Brasil
Enviada em 06/09/2019
Com as Revoluções Industriais, ofertas de emprego foram concedidas nos maiores centros urbanos. Com isso, o exôdo rural se intensificou, as cidades começaram a crescer, até que as estruturas ficaram precárias para a populacão. Dessa forma, a desigualdade social ficou explícita, e consequentemente aumentou a favelização e também a violência nas cidades. Nesse sentido, é preciso que estratégias sejam aplicadas para que o problema da violência urbana seja alterada, que possui raízes na falta de legislação e na influência da formação familiar.
Convém ressaltar, a princípio, que a falta de legislação é um grande empecilho na resolução. Conforme Aristóteles, a política tem como função preservar o afeto entre as pessoas de uma sociedade. Contrariamente, no Brasil, as “guerras” nas ruas não encontra respaldo político necessário para ser solucionado. Diariamente, as pessoas são vítimas de roubos, homicídios e sequestros, e raramente a base legal funciona e a pessoa culpada sai impune. Assim, ações de remediações são impossibilitadas, o que acaba por agravar ainda mais a questão da violência já que ela não é tratada da forma que deveria.
Outrossim, a formação familiar ainda é uma barreira no que tange à violência urbana. De acordo com o sociógo Talcott Parsons, a família é uma máquina que produz personalidades humanas. Por essa ótica, a problemática apresenta-se como um pensamento passado de geração em geração, o que dificulta seu extermínio por forças externas, já que o problema encontra-se dentro das casas e estende-se por uma longa linha do tempo. Por exemplo, se em uma família existem pessoas que comete esse crime, a tendência é continuar dessa forma.