Violência urbana no Brasil

Enviada em 06/09/2019

Consoante o sociólogo Émile Durkheim, a sociedade pode ser comparada a um “corpo biológico” por ser, assim como esse, composta por partes que interagem entre si. Dessa maneira, para que esse organismo seja igualitário e coeso é necessário que todos os direitos do cidadãos sejam garantidos. Entretanto, no Brasil isso não ocorre, visto que a violência urbana é realidade no país. Esse quadro, alarmante, é fruto da negligência governamental e uma nação alienada ao extremo.

É primordial ressaltar que a tese marxista disserta acerca da inescrupulosa atuação estatal, que assiste somente a classe dominante. Dessa forma, alienados pelo capitalismo, os governadores negligenciam a necessidade fecunda de reduzir o alto índice de violência urbana. Assim, as punições lentas e pouco eficientes para julgar casos de violência fomentam a permanência dessa incoerentes práticas no Brasil. Porém, embora caótica, essa situação é mutável.

Outrossim, a formação brasileira é oriunda da associação de diversas formas de violência, o que é fruto da colonização, atitudes preconceituosas acarretam a incrédula continuidade de constantes casos de agressões, principalmente preconceito racial, pois de acordo com o jornal O Globo 71,5% das pessoas assassinadas são negras ou pardas. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é fundamental para transpor barreiras à violência urbana.

Portanto, medidas são necessárias para combater essa problemática. Para que o Brasil seja articulado como um “corpo biológico” cabe ao Governo fazer parceria com ONGs, em que possam encaminhar, mais rapidamente, os casos de violência urbana às Delegacias e o Estado fiscalizar severamente o andamento dos processos. A escola, também têm um papel fundamental, por meio de palestras a respeito das diversas formas de violências e seus efeitos com intuito de conscientizar o ambiente escolar. Com esses atos, a violência urbana deixará de ser tão prejudicial e o país poderá desenvolver de forma mais saudável e segura.