Violência urbana no Brasil
Enviada em 18/10/2019
Ao afirmar, ‘‘Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-los’’, O filosofo Espanhol George Santayana,de certa maneira, faz uma comparação entre o passado e o presente. De fato ele está certo, Pois a violência urbana, não é um problema atual. Desde a Roma Antiga, em seus grandes centros, poderia encontrar em becos pessoas assassinadas, vítimas de violência, fruto da falta de planejamento da época. Assim como, hodiernamente, as adversidades ainda persistem, seja pela a insuficiência de leis, seja pelo precário sistema educacional.
Primordialmente, é fulcral pontuar que, a violência em si deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismo que impeça tais recorrência. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuações das autoridades em carência de leis que atuem de forma plena e garantam ao cidadão seu direito do bem-estar e segurança. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Além disso, é imprescindível ressaltar que o precário sistema educacional está relacionado com a violência nas metrópoles. Segundo o IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- os jovens, entre 15 e 19 anos, são as maiores vítimas de homicídios, sendo em maioria pobres e sem educação básica. Diante de tal contexto, é indubitável que os altos índices provam que as leis regulamentadoras quais garantem à educação ao indivíduo não estão sendo cumpridas.
Parafraseando George, para que os erros do passado sejam evitados providências devem ser tomadas. Logo o governo, por meio de investimentos público, melhore as condições do sistema escolar público, criando mais escolas e fixando nas grades curriculares aulas de cidadania, direitos e deveres constitucionais. Espera-se com isso a redução de indivíduos transgressores e maior integração de jovens nas escolas. Assim, gradualmente o Brasil irá conseguir reduzir os altos índices.