Violência urbana no Brasil
Enviada em 23/10/2019
“O homem é bom, a sociedade que o corrompe”. Analogamente ao pensamento de Rousseau, ao enfrentar situações como desemprego desemprego, fome, desigualdade - racial ou financeira -, miséria, dentre outras, o homem tende a tornar-se violento. Sabe-se que a violência urbana no Brasil sempre esteve presente, seja num centro urbano ou no interior, os assassinatos, os roubos e os sequestros são frequentes. Com o fito de minimizar tal violência, é necessário melhoras na segurança pública, como também atuar contra a marginalização social.
Tendo em vista o aumento da violência urbana, a população sente a ausência de segurança. Conforme a Constituição Brasileira, todo indivíduo tem direito à segurança, porém não se vê empenho das esferas para esse fim. Ao invés disso, o povo tem se isolado cada vez mais devido à “cultura do medo” que está se instaurando na sociedade, em que o cidadão se prende em casa enquanto os agressores estão soltos.
Como disse Freud: “não é possível acabar com a violência pois ela é intrínseca ao homem”. Nesse sentido, assim que a violência adentra o indivíduo, ela tende a se intensificar com as mazelas sociais. Segundo o G1, as cidades mais violentas têm 9 vezes mais pessoas na extrema pobreza, isso evidencia o processo de marginalização social que propicia atos violentos. Eis uma problemática que tem consequências para ambos os lados, urgindo medidas que a mitiguem.
Em suma, faz-se mister que o Governo Federal invista na segurança das cidades, ao aumentar a rotação de policiais pelas ruas, e em pontos estratégicos como pontos de ônibus e praças. De forma idêntica, junto ao Ministério da Educação, é preciso promover políticas públicas que alcancem os indivíduos marginalizados, disponibilizando cursos de capacitação e vagas de emprego para que se integrem socialmente. Dessarte, será possível minimizar a violência urbana no Brasil.