Violência urbana no Brasil
Enviada em 25/03/2020
Entre os aspectos que hoje atinge a população brasileira está a violência urbana. Definida como uma série de ações prejudiciais, incluindo assaltos, agressões e homicídios, que afetam diretamente o cotidiano do cidadão. Impulsionada pela desigualdade social e o enfrentamento equivocado do Estado faz ser, a violência, uma característica intrínseca no nosso país.
Primeiramente, é necessário apresentar que os locais mais pobres e carentes, são os que possuem o nível de violência mais alto, um exemplo são as favelas que pelo baixo investimento e dificuldade da ação policial adentrar, torna-se uma terra de ninguém. Formações de milícias e grupos criminosos são muitos comuns nas comunidades do Brasil.
Investimentos em segurança pública são poucos os que vão para as periferias, tendo-se isso, muitos utilizam da falta de fiscalização para praticar crimes e atos hediondos, que em alguns casos, não são sequer registrados pelo Estado pela falta de ciência do mesmo.
Somando-se toda a desigualdade existente com uma taxa de crimes alta em relação a outros países, ainda têm-se as tentativas de repressão por meio das polícias e agentes de segurança. Por um mal preparo dessas Instituições, conseguem muitas vezes agravar a violência e o índice de mortes nessas comunidades. Segundo a revista Exame, mortes cometidas por policiais aumentam em 127% nas ruas do estado Rio de Janeiro em 4 anos, uma média de cinco mortes por dia. Os que são presos, sofrem em cadeias super lotadas que, ao invés de auxiliar na recuperação, acabam fazendo o inverso e deixando até mesmo presídios a mercê de facções.
Portanto, é correto afirmar que o índice de violência nas áreas urbanas do Brasil está longe de ser um modelo para seguir. Dessa forma, medidas necessitam de urgência. Sendo assim, é preciso que o Governo conceda investimentos para a áreas de segurança, visando maior preparação e capacidade das mesmas, com melhorias de estruturas e salários. Em contra partida é primordial a ajuda para comunidades com programas de auxílio, investimentos em estrutura e educação, e uma baixa de impostos.