Violência urbana no Brasil
Enviada em 25/03/2020
No Brasil a violência tem feito milhares de vítimas, em alguns casos esse ato é praticado pela própria família. Diante disso, muito tem se discutido a respeito da violência urbana e os consequentes desafios a serem enfrentados. Então, visualiza-se políticas públicas governamentais como medidas que abrandaram os índices de criminalidade. Entretanto, o processo de urbanização vem transformando as camadas sociais brasileiras, apresentando contrastes sociais históricos.
De um lado, defende-se que as políticas públicas governamentais diminuíram os índices de violência brasileira. Contudo, estes dados ainda permanecem elevados, demonstrando uma necessidade de interferência governamental.
No entanto, historicamente, o Brasil é um país de altos contrastes sociais. Na República Velha do século XIX, não foi instaurado meios que dessem oportunidades igualitárias a todos os cidadãos. Ninguém se torna criminoso de uma hora para outra, o filosofo Rousseau expressava que o homem nascia bom, porém a sociedade o corrompia. Sendo assim, constituiu-se uma infraestrutura social desequilibrada. Neste viés, a corrida por bens materiais se elevou e muitos indivíduos com o intuito de permanência no mundo capitalista acabaram partindo para o mundo do crime como alternativa fácil e apresentável a essas populações.
Além disso, uma pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública constatou que a polícia brasileira é a mais deficiente em contingente humano e material. Percebe-se assim, que a porta de proteção e seguridade da população brasileira, encontra-se desvalorizada e vulnerável à violência urbana, baseando-se nisso, a sociedade deve compreender que os agentes da segurança precisam de melhores armamentos e treinamentos para a realização de seu trabalho.
Nota-se, portanto, que os investimentos em políticas públicas ainda são insuficientes. Faz-se necessário superar as desigualdades históricas que permaneceram na humanidade e investir em setores pontuais e certeiros para enfrentarmos a vilã da sociedade brasileira.