Violência urbana no Brasil
Enviada em 29/03/2020
Nos últimos anos o Brasil superou seus índices de violência. Uma das principais violências ocorridas é o homicídio, e de acordo com a Organização Mundial da Saúde (ONU) o Brasil é o líder desse ato doloroso. Na maioria das vezes os assassinados são jovens meninos em torno de 15 a 29 anos, negros e que moram nas periferias e por mais inacreditável que seja os assassinos, nesses casos, são os policiais. A desigualdade social é um dos principais fatores que causam a violência e quase sempre as pessoas que têm poucas condições são discriminadas, gerando então o preconceito.
A morte causa danos emocionais nas famílias das vítimas, ainda mais quando não houver motivos para que isso aconteça. Desse modo a questão socioeconômica influencia muito sobre o que é feito, quando algum jovem negro está apenas andando na rua e ao vê-lo as pessoas se assustam, envolvendo também o julgamento pela cor, raça e gênero e causando turbulências na vida de quem o sofre.
A violência policial já faz parte do cotidiano de muitas pessoas, que são obrigadas a aturar isso apenas pelo o que tem e deixam de ter. A sociedade diz que todos são iguais, porém quando ocorre alguma criminalidade já imaginam o biotipo da pessoa que a realizou. A maneira na qual os seres humanos são observados é um dos princípios para que a violência seja alta no Brasil, consequentemente aumentando as taxas de homicídios. A Constituição Federal decretou que todos devem ter o direito de ir e vir, e as pesquisas dos estudiosos comprovam que ao matar alguém que está apenas passeando tira sim esse direito de quem foi assassinado.
Milhares de brasileiros foram retirados da pobreza, porém os índices de criminalidade não foram reduzidos, assim é revelado que a culpa de uma taxa alta de homicídio não tem como executor, principalmente, as pessoas da classe baixa e sim tem executores de todas as classes, e não tem uma como a principal. Por isso a violência urbana no Brasil depende de um conjunto para ser a líder no mundo, no qual refere-se aos julgamentos alheios e as questões socioeconômicas, demográficas entre outras.
O governo deveria proporcionar policiais que ao invés de simplesmente matarem, conversassem com o possível criminoso e perceber através de seus estudos se a pessoa pode ser ou não o consequente de um ato inadequado perante a lei, assim podendo impor a prisão perpétua dependendo do crime. Dessa maneira evitaria as altas taxas de homicídio também a morte de inocentes, e pouparia afetar o psicológico de inúmeras famílias.