Violência urbana no Brasil
Enviada em 29/03/2020
A queda do Império Romano foi caracterizada se deu pela invasão e destruição do território pelos chamados bárbaros, cidadãos de costumes diferentes e que não faziam parte do império. Mesmo datando de tanto tempo, a violência ainda se faz presente, sobretudo em território brasileiro, o que torna necessário o seu combate. Nesse sentido, a desigualdade social e o egoísmo do homem são fatores que sustentam a problemática.
Em primeiro lugar, percebe-se que quanto maior é a desigualdade social, mais elevados são os índices de violência urbana. Nos países nórdicos, por exemplo, as taxas de disparidades sociais são mínimas devido à boa gestão política desses locais, o que reflete nos números baixíssimos de criminalidade. Dessa forma, é imprescindível que o Brasil analise os modelos empregados por esses países e busque incorporar o que for possível.
Em segundo lugar, nota-se que o individualismo está intrínseco no ser humano. Segundo o filósofo inglês Thomas Hobbes, o homem é o lobo do homem e, sendo assim, é capaz de cometer grandes atrocidades contra elementos da sua própria espécie. Diante disso, é fundamental que as virtudes, como a solidariedade, sejam trabalhadas, o que evitaria a persistência da problemática.
Portanto, medidas são necessárias para atenuar a problemática. O Governo brasileiro, por meio da análise e da coleta de dados disponibilizadas pelos indicadores sociais, como o Índice de Desenvolvimento Humano, deve tentar reproduzir as medidas sociais adotadas pelos países nórdicos a fim de que o problema da criminalidade seja resolvido. Outrossim, a família e a escola, precisam, por intermédio do diálogo, trabalharem a solidariedade entre os indivíduos a fim de que o homem se distancie ao máximo da sua condição natural, reduzindo a violência na sociedade. Assim, a falência de um novo império poderá ser evitada.