Violência urbana no Brasil

Enviada em 12/07/2020

Barão de itararé, um dos criadores do jornalismo alternativo durante o regime ditatorial militar brasileiro, estava certo ao dizer: " O Brasil é feito por nós, só falta desatar os nós". Nesse sentido, o combate a violência urbana se apresenta como um dos nós a ser desatado. Nessa perspectiva, seja por raízes históricas culturais, seja pela ineficiência das políticas estatais aplicadas na causa, o problema é emergido e corrobora em graves problemáticas no cotidiano das pessoas, o que exige uma reflexão urgente.

A priori, é lícito denotar que antigos modos de civilizações antepassadas ainda persistem na sociedade contemporânea. Antes, na mesopotâmia, os povos eram guiados pelo código de Hamurábi, qual, seu princípio era a lei do “Talião”, em que a dívida dos criminosos era paga pela mesma prática, ou até pior. Assim , apesar de gerações se modificarem em todo o mundo, tais costumes prevalecem, e há ainda os que pregam violência com as próprias mãos, ou seja, violência combatida com mais violência. Portanto, é visto que se precisa de uma melhor conscientização das pessoas, para que o assunto não se torne ainda mais banal.

Ademais, cabe salientar que as ações governamentais são insuficientes ou inadequadas, visto que o problema não é solucionado. A exemplo, nas mídias, televisivas ou sociais, é visto cadeias super lotadas e pavilhões divididos por facções, medidas condenadas por órgãos de direitos humanos e de segurança de todo mundo, uma vez que as unidades penitenciarias são para reeducar, e não para alinha setores que unificam facções. Nesse contexto, é preciso mudanças ágeis, para que esses centros sejam exemplos de que os seres humanos que praticaram atividades erradas voltem saudáveis para a sociedade.

Destarte, diante do exposto, é visto que urge que medidas sejam tomadas para combater esse obstáculo. Dentre elas, é preciso que o Ministério da Educação e Cultura( MEC) crie, por meio financiamento governamental, palestras e atividades lúdicas sobre o tema, nos centros urbanos e escolares, a fim de conscientizar as pessoas que a violência de qualquer maneira  ou motivo é errada. Também, cabe ao Ministério da justiça e da segurança, fomentar fiscalizações e melhorias nas penitenciarias do país, para que os presos tenham condições dignas de serem reeducados e possam voltar a sociedade. Logo, tais ações desatam o nó da violência urbana, de forma democrática e precisa.