Violência urbana no Brasil
Enviada em 14/08/2020
A violência urbana é um dos problemas mais generalizados no Brasil. Praticamente todas as grandes capitais do país lidam diariamente com suas consequências, resultando em fatalidades de milhares inocentes e enérgicas operações policiais todos os dias. Segundo o estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE ) revela aumento da violência. Entre 1992 e 2004, houve um aumento em termos absolutos de 7,7 mortes por homicídio por 100 mil habitantes no país. A situação da Região Sudeste chama a atenção. Em 2004, a região apresentou a maior taxa de mortes por homicídios, 32,3 por 100 mil habitantes, acima da média do país, 26,9 por 100 mil.
A violência se manifesta por meio da tirania, da opressão e do abuso da força. Ocorre do constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer. Existem diversas formas de violência, tais como as guerras, conflitos étnico-religiosos e banditismo. Os principais alvos de violência respectivamente são as mulheres por agressões sexuais, psicológica, patrimonial… Na sequencia, os negros que sofrem por racismo, jovens negros morrem mais do que jovens brancos; policiais negros, embora constituam 37% do efetivo das polícias são 51,7% dos policiais assassinados; mulheres negras morrem mais assassinadas e sofrem mais assédio do que as brancas. Os dados aqui compilados nos alertam, mais uma vez, para a relação entre violência e racismo. E a comunidade LGBT que sofrem homofobia diariamente e sempre estão correndo o risco de sofrerem agressões.
Em vista dos argumentos citados, conclui-se que o governo seria o principal responsável para investir na segurança. Aplicar com mais rigor as leis de contra homofobia, racismo e maria da penha. Desta forma pode-se diminuir os casos de violência.