Violência urbana no Brasil

Enviada em 14/08/2020

A constituição Federal brasileira de 1988 garante que a segurança pública é dever do Estado, entretanto, percebe-se que a lei é apenas formal. Dessa forma, problemas de violência urbana no Brasil vem aumentando demasiadamente. Segundo o Atlas da Violência, cerca de 153 pessoas perderam a vida em 2018, em consequência da hostilidade atual. Assim, é imperativo promover mecanismos eficientes para diminuição das taxas de violência, que tem como causa a exclusão social e a falta de investimento em necessidades básicas em comunidades e afins.

Em primeiro plano, é preciso destacar a exclusão social presente na sociedade brasileira. Assim como a supressão coletiva, evidencia-se, desde a colonização portuguesa no Brasil, na qual povo indígena foi omitido pelos mesmos. Atualmente, pode-se destacar a falta de infraestrutura nas comunidades pobres, afetando a visão de sua população, na qual acredita que o único meio de manifestar-se, é através da violência. Desse modo, é possível observar a inexistência de acatamento ao povo e sua classe social.

Ademais, vale ressaltar a carência de necessidades básicas em bairros desabastecidos. Devido a abolição da escravidão do país, os recém libertados, sem amparo, instalaram-se em lugares ilegais, hoje conhecido como favelas. A partir disso, lugares sem uma infraestrutura digna, acabam, em alguns casos, sendo estagnados. Diante disso, lugares assim, ficam à mercê de intrusos e delinquentes, aumentando o risco de violência em bairros estacionários.

Portanto, é de demasiada importância que violência no Brasil seja cessada. Baseando-se nisso, faz-se necessário a intervenção do Ministério da Cidadania, juntamente com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, com propósito de prestar assistência social para as áreas necessitadas e garantir a segurança de todos. Do mesmo modo, em companhia com o Ministério da Educação junto com o Ministério das Comunicações, por meio de palestras, oficinas e minicursos, com a intenção de informar a sociedade sobre a prudência da violência urbana, assim, suprimindo a hostilidade vigente.