Violência urbana no Brasil
Enviada em 28/08/2020
Rousseau, em seu Contrato Social, afirma que a liberdade, o bem-estar e a segurança devem ser preservados e assegurados a todos. Porém, tais prerrogativas não são garantidas e prejudicam a vida de grande parte dos brasileiros. Logo, a violência urbana no Brasil, torna-se um problema recorrente que retrata a desigualdade social e faz com que seja necessário a luta desses direitos por intermédio da população.
Primeiramente, encontra-se a desigualdade social como um dos fatores que estimulam a violência, analogamente representada no documentário “13º Emenda” que apresenta a vida das pessoas, as quais, são afetadas pelas diversas formas de agressão. No Brasil, a realidade não é muito diferente, uma vez que segundo dados do Atlas da violência de 2018, 71,5% das pessoas assassinadas são negras ou pardas. Dessa forma, observa-se que infelizmente há um predomínio de assassinato por causa da cor de pele, ratificando a necessidade de mudança acerca disso.
Em segundo lugar, constata-se o artigo 5º da Constituição Federal de 1988, o qual declara que a segurança é um direito inegável a sociedade. Entretanto, fora do ambiente jurídico, este não é de alcance universal e precisa da voz, do movimento popular, retratado nos versos da banda O Rappa, “Pois paz sem voz não é paz é medo”. Assim, verifica-se a luta do povo a fim de conquistar melhores condições de vida, apesar disso ser de responsabilidade governamental, demonstrando então a falha existente nesse aspecto.
Portanto, propõe-se que o governo, juntamente com o Ministério da Justiça, certifique-se que os locais com alta criminalidade sejam atendidos. Mais certamente, realizar patrulhas ao longo do dia, esta pode ser realizada por meio da Polícia Militar de cada região. Dessa maneira a população estará mais segura e os índices de violência diminuirão.