Violência urbana no Brasil
Enviada em 28/08/2020
No clipe da música “flutua” do cantor brasileiro Johnny Hooker, é apresentado um casal homoafetivo de homens. No decorrer da trama, um dos parceiros é brutalmente violentado na rua por homens entendidos como homofóbicos. De maneira análoga, a disseminação do ódio no Brasil, ocorre sobretudo entre as minorias, as quais são marginalizadas e oprimidas. Mulheres, pobres, negros, LGBTQIA+ e deficientes são os principais focos da fúria urbana.
Em primeira análise, dados expostos pela IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada -, em 2017 foi registrado o maior índice de mortes de mulheres em 10 anos, 4.936 cidadãs foram vítimas de feminicídio. Em suma, seu maior vilão são homens, resultado de uma sociedade machista na qual se opõe, abusa e oprime o posicionamento da mulher na comunidade. Não somente danos físicos, mas a violência psicológica também é pertinente, causada frequentemente por alguém da família ou seu parceiro.
Em segunda análise, no ano de 2020, ocorreu o caso de George Floyd, homem negro que foi morto sufocado por um policial branco nos Estados Unidos. Em virtude disso, essa situação chocou e enfureceu milhares de cidadãos de diversos países, resultando em campanhas, manifestações e petições. Uma vez que, a função dos guardas policiais é proteger a população, e não de assassinar a “sangue frio” um homem negro no meio da rua.
Infere-se, portanto, que a violência no Brasil mantém-se crescendo e é causada primordialmente pela falta de respeito e empatia para com os indivíduos. Devido a isso, cabe às Instituições escolares em geral (pública e privada) que priorizem no ensino básico, o respeito entre as diferenças, através de jogos educativos, vídeos, brincadeiras em grupo e debates, a fim de desenvolver a empatia desde cedo. Além do governo incentivar os policiais para um trabalho mais cuidadoso, para que casos como o de George não se repita.