Violência urbana no Brasil
Enviada em 15/09/2020
A Constituição Federal Brasileira, promulgada em 1988, garante a todo cidadão o direito à segurança. No Brasil, entretanto, a violência nos centros urbanos vem ferindo esse direito de seguridade. Essa problemática tem como principais motivos, o crescimento desordenado de grandes centros urbanos, dificultando a contingencia da população. Outra ação que agrava esse cenário é a ineficácia do poder público em tomar partido da situação.
Em primeiro plano, a superlotação e o aumento desenfreado da povoação é um dos principais fatores relacionados á temática. Segundo pesquisas, apenas na última década, diariamente, cerca de 153 pessoas perderam suas vidas violentamente. Em virtude disso, faz-se visível a falta de controle do conjunto populacional como um todo. Assim, precariedade estrutural e governamental de lidar com centros urbanos tão grandes, faz com que o número de casos de violência torne-se cada vez mais incontrolável.
Ademais a ineficiência comunicativa do governo passa a ser outro estopim desse problema. Segundo Imannuel Kant, “a educação faz o homem”. Portanto, nota-se que a falta de dialogo e educação da sociedade pelo poder governamental, acaba agravando os diversos tipos de violência. Nesse cenário, a hostilidade torna-se cada vez mais enraizada no meio social. Portanto, o número casos de violência, tendem a permanecer aumentando.
Desse modo, buscando diminuir os índices tão altos de brutalidade, é necessário que o poder público, redirecione maiores verbas para a justiça e cidadania, já que esses Ministério podem ajudar na contingência do problema. Buscando compreender como organizar a sociedade e seu crescimento insigne, garantindo a diminuição dos casos de violência. Outrossim, combater os diversos tipos de violência também requer dialogar. Logo, cabe ao Instituição federal encontrar meios, sejam palestras, projetos ou propagandas, de leva a sociedade a reflexão. Podendo estimular a diminuição desses índices através de meios comunicativos diretos e democráticos.