Violência urbana no Brasil
Enviada em 12/11/2020
Com a formação da indústria têxtil nas grandes cidades, no século 17, a vida no campo começou a se tornar obsoleta. Em decorrência disso, o êxodo rural já era evidente, visto que as indústrias necessitavam de funcionários para sua manutenção. Tais fatos fizeram com que houvesse um inchaço urbano e cidadãos despidos de segurança. Dessa forma, a sociedade brasileira depara-se com desafios para erradicar a urbanização desorganizada e a ausência de proteção.
Sob esse viés, é indubitável afirmar que a questão demográfica influencia na agressividade nas metrópoles. Nesse sentido, de acordo com o jornal Folha de São Paulo, a taxa de homicídio no Brasil aumentou cerca de 20% em relação a 2016. Analogamente, percebe-se que o inchaço desenfreado causa revolta nos demais, devido a problemas pessoais, tráficos e manifestações. Além disso, um fator crucial para o crescimento da violência é o etnocentrismo, que consiste na ignorância cultural e julgar hábitos e costumes alheios. Por conseguinte, esse ato leva à perda da moral e da ética.
Outrossim, a falta de segurança é uma problemática na comunidade, uma vez que a ineficiência do Estado tem ligação com o fato. Nessa lógica, segundo o matemático Thomas Hobbes, “Os pactos, as promessas, não passam de palavras sem substância para dar segurança a ninguém”. Sob tal ótica, nota-se que o descaso governamental em relação a violência é notório, pois grande parte dessa selvageria é praticada por policiais, principalmente com os negros e moradores de comunidade. Dessa maneira, contribui-se para a perpetuação desse tipo de ação negativa na sociedade.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para conter o avanço dessa controvérsia. Por tudo isso, cabe ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, propor uma proteção nas áreas mais escassas, além de fiscalizar e patrulhar as cidades, por meio de verbas governamentais, para garantir uma segurança adequada a população. Em seguida, o Ministério da Educação, juntamente com a mídia, devem implementar uma reeducação sociocultural, mediante a campanhas educacionais em jornais, internet e televisão, com o intuito de conscientizar os cidadãos sobre os males da violência.