Violência urbana no Brasil

Enviada em 14/11/2020

A Constituição Federal promulgada de 1988, assegura, como princípio básico, a assistência à todos os cidadãos, criando mecanismo para coibir a violência no âmbito de suas relações. Entretanto, ao analisar a carta magna, observa-se que a violência ainda persiste de maneira profunda no Brasil. Dessa forma, em virtude da falha na segurança pública e do crime organizado, é indubitável que medidas sejam tomadas para combater a problemática.

Em primeira análise, é considerável destacar que uma das causas para esse problema ocorrer é a falta de segurança pública. Conforme um levantamento realizado pela organização mundial da saúde, no ano de 2014, o Brasil ocupa a 10° posição no ranking dos cem países que mais matam por arma de fogo. Sob essa ótica, evidenciando o supracitado, nota-se que a violência ainda se faz presente. Logo, verifica-se a importância de providências para remediar esse empecilho.

Além disso, vale enfatizar que o crime organizado corrobora o imbróglio. Quanto a esse fator, é conveniente considerar o aumento do poder paralelo nas periferias brasileiras. Outro elemento alarmante são os confrontos entre policiais e bandidos, causando violências, deixando vítimas e marcando noticiários. Em concordância com o G1, site de notícias, 5 crianças morreram por bala perdida, no Rio de Janeiro, em 2019. Por isso, essa inadvertência caracteriza uma das razões do problema.

Portanto, evidentemente torna-se notório a necessidade de diligências que venham cessar os dilemas associados a violência no Brasil. Dessa forma, cabe ao Ministério da Educação articular um programa chamado " Diga não à violência “, essa ação deve ser desenvolvida por meio de comunicações, com o intuito de controlar a violência. Em seguida, o Ministério da Segurança Pública deve aplicar penas rigorosas para os criminosos, garantido a punição direta dos delitos. A partir das intermediações pontuadas, essa questão deixará de ser um contratempo na sociedade.