Violência urbana no Brasil

Enviada em 27/12/2020

De acordo com a revista o Globo, em 2018, o pencentual de mortes violentas é também um retrato da desiqualdade racial no país, onde 71,5% das pessoas assassinadas são negras ou pardas. Nesse viés, nota-se que em virtude de fatores históricos a mentalidade das pessoas, no Brasil, mantém-se a mesma do período da escravidão, o que contribui para que o grave problema da violência urbana cresça em nível exponencial. Dessa forma, em razão do silenciamento e da insuficiência legislativa, emerge um problema complexo, que precisa ser revertido.

Em primeiro lugar, é indispensável mencionar que a falta de debate é um fator gritante que auxilia para persistência do problema. Nesse sentido, Habermas defende que a linguagem é uma verdadeira forma de ação. Ou seja, o silêncio midiático e escolar auxilia para falta de informação das pessoas, dado que a sociedade não percebe o agravante problema, o que coopera para que as pessoas fechem os olhos diante do impasse e não haja a atuação de movimentos sociais para coibir com a violência urbana, com isso os jovens em que vivem em situações carentes viabilizam o tráfico e o crime  como uma opção de vida, aumentando,com isso os indíces de violência contra políciais e pessoas inocentes, o que torna esse um problema desafiador.

Em segundo plano, é crucial salientar que a insufiência das leis favorece para configuração da questão. Nessa perspectiva, a Constituição Federal de 1988, artigo 6, alega que são direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a segurança entre outros. Sob essa lógica, evidência-se que tais direitos, no qual é  expostos no papel, na prática  não são execultados, uma vez que a sociedade em que vive a margem das cidades não possuem a segurança garantida, na qual  a Constituição explora devido as leis serem fragilizadas, assim, os cidadões sofreram com ataques por meio de armas de fogo e outros recursos, o que abalará a família dos jovens, em que são vitímas dessas agressões e se envolvem com esses atos de violência, aumentando com isso o número de vitímas da opressão urbana brasileira.

Portanto, uma intervenção faz-se necessária. Para isso, é necessário que as escolas promovam rodas de debates, com professores qualificados capazes de abordar sobre o assunto atrelado ao depoimento de vítimas, na qual já sofreram com a violência urbana, para que a sociedade tome consciência do grave problema, tais ações devem ocorrer duas vezes por semana, no período extra classe, a apartir do ensino médio, com o intuito de coibir com o silenciamento em torno do tema, a fim de amenizar a violência urbana. A partir dessas ações o Brasil  tornara-se  um país menos violênto e os dados da revista o Globo poderam ser revertidos.