Violência urbana no Brasil
Enviada em 09/01/2021
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no panorama brasileiro atual, observa-se justamente o contrário, quanto à questão dos caminhos para reduzir a violência urbana no Brasil. Diante dessa perspectiva, percebe-se a consolidação de um grave problema, em virtude da lenta mudança na mentalidade social e da insuficiência legislativa.
Em primeira análise, as transformações tardias das questões socioculturais mostram-se como um dos desafios a resolução da problemática. Nesse sentido, conforme Durkheim, o fato social é a maneira coletiva de pensar. Sob essa lógica, é possível perceber que o assunto dos caminhos para reduzir a violência urbana no Brasil é fortemente influenciado pelo pensamento coletivo, uma vez que, se as pessoas crescem inseridas em um contexto social intolerante, a tendência é adotar esse comportamento também, o que torna essa situação ainda mais agravante.
Além disso, cabe ressaltar que a incapacidade das leis é um forte empecilho desse cenário. Nesse caso, segundo o filósofo John Locke, “as leis fizeram-se para os homens e não para as leis”. Ou seja, para se criar regras, é essencial que elas sejam planejadas para melhorar a vida das pessoas em sua aplicação. Entretanto, na questão dos caminhos para reduzir a violência urbana no Brasil, a legislação não tem sido suficiente para a solução desse impasse.
Portanto, os caminhos para a redução da violência urbana no Brasil apresentam entraves que precisam ser revertidos. Logo, é necessário que o Ministério da Educação, em parceria com as prefeituras, promova a criação de oficinas educacionais, por meio de atividades práticas, como dramatizações e dinâmicas. Tais oficinas deverão ser abertas ao público, a fim de reduzir os casos de agressões nos meios urbanos. Ademais, é preciso divulgar os canais online de consulta pública. A partir dessas ações, espera-se promover a construção de uma sociedade melhor, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos.