Violência urbana no Brasil

Enviada em 13/01/2021

No século XX, surge os heróis da Marvel, com o objetivo de acabar com a violência já existente. Entretanto, fora da tv, esse cenário de criminalidade se repete, pondo em risco os direitos humanos dos demais cidadãos. Apesar dos esforços para coibir essa prática, a crescente marginalização da população em periferias também se mostra um grande impasse. Logo, remediar tais problemáticas são imprescindíveis.

Em primeiro lugar, deve-se ressaltar o aumento significativo da criminalidade urbana. Segundo Thomas Hobbes, é dever do Estado garantir o bem-estar da população, porém, no Brasil, as milícias, que deveriam combater o crime, são acusadas de corrupção. Ademais, na Constituição Federal diz que todos tem direito à liberdade, entretanto, cívis saem as ruas, com medo de serem assaltados, violentados, ou até mesmo atingidos por balas perdidas. Desse modo, vê-se a negligência do estado em adotar medidas segurança.

Outrossim, a desigualdade social também pode ser apontada como responsável pelo quadro. De acordo com uma pesquisa realizada em 2018 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil foi considerado o 9º país mais violento do mundo, com taxas de homicídios absurdos, isso se deve a questões socioeconômicas, onde jovens, menos abastados, veêm no crime um meio de ascenção. Dessa maneira, a má distribuição de renda incita ainda mais a violência urbana.

Infere-se, portanto, que, combater a violência é um grande desafio ao Brasil. Dito isso, o Governo Federal como instância máxima de administração executiva, deve solicitar uma investigação na polícia, punindo os acusados, de corrupção ou irregularidades, de retomar o exercício da profissão, com o fito de melhorar as milícias que atendem a população. Além disso, como opção para reduzir as desigualdades, o INCRA deve realizar uma reforma agrária, dando preferência as famílias emergentes. Desse modo, a periferização será diminuída e em consequência, dentro de um país menos desigual, reduzirá à violência.