Violência urbana no Brasil
Enviada em 13/03/2021
Desde o início da humanidade, a violência sempre esteve presente: Roubos, assassinatos e revoltas dos povos contra seus respectivos líderes, assolaram a humanidade. Revoltas como a Revolta de Nika, em 532 D.C., abalaram o poder de muitos líderes nos séculos vindouros. As guerras civis e revoluções também englobam a violência urbana, causando mortes desnecessárias e abalo do status quo. No Brasil não tem sido diferente. Violência contra opiniões opostas, diferentes sexualidades, ideologias políticas, etc. Contudo, embora o título proposto possa ser analisado amplamente, tratemos dentro do contexto restrito, considerando a “VIOLÊNCIA URBANA” dentro da sociedade moderna local nacional, fato que interessa muito.
No Brasil, a grande percepção da violência está inserida na visualização legal aplicada pelo ordenamento jurídico brasileiro que, de um lado imputa ônus criminas e do outro atribui ao infrator uma série de benefícios oriundos de hipóteses absurdas, tais como: Culpa e exposição da vítima (extupro); crime de pouco poder ofensivo (pequenas agressões, mesmo resultando em lesão corporal, mesmo que leve); primariedade do infrator (crimes de quaiquer montas, resultando em menores penas); suspensão condicional da pela (para condenações com menos de quatro anos); Liberdade condicional (muitas vezes para apenados bem comportados no ambiente do presídio) e na hipótese do furto há a liberação plena do infrator pelo pequeno valor considerado pelo julgador, como na hipótese de um smartphone. Tais benefícios afrouxam a sanção ao infrator e torna o crime banal e muito mais ainda: Passa a haver o direito de cometer delitos por primariedade e agir criminosamente, poderá ser vantajoso pela frouxidão do aparelho estatal em aplicar a lei em benefício de todos.
Outrossim, devemos nos ater que tais leis benévolas, são legisladas por representantes em sua maioria corruptos que, não aprovariam legislação mais rígida pelo fato de haver a hipótese de serem apanhados, como sempre temos notícias, de cuecas nas mãos, praticando terríveis crimes contra toda a sociedade composta por pessoas, em sua maioria, ilibadas. Benefícios também visando reduzir as despesas do estado com o aparato pemitenciário que, totalmente abarrotadas, não recupera nunhum apenado, funcionando como escola do crime, aumentando a violência urbana e afetando toda a sociedade. Por outro lado, porém, temos nossa classe política, a quem deveria trabalhar para equacionar a questão, quando cometem seus costumeiros crimes, são conduzidos para prisões especiais, verdadeiros SPAS ante as penienciárias do país. É A ELITE TRABALHANDO EM BENEFÍCIO PRÓPRIO. VIVA O BRASIL!