Violência urbana no Brasil
Enviada em 04/06/2021
A violência urbana no Brasil tem apresentado aumentos expressivos nas últimas décadas. De acordo com a Constituição Federal, a segurança pública é exercida para “preservação da ordem pública”. No entanto, analisando a real situação brasileira, não se tem uma segurança qualificada para proteção do cidadão. Dessa forma, configura-se problemas como armamento ilegal de criminosos, como também casos excessivos de feminicídio.
Nessa perspectiva, cabe ressaltar que é autêntico que a não imposição da lei esteja favorecendo o agravamento de conflitos armados. Desde a Ditadura Militar, regime armado representado por violência e uso ilegal de armas, foi possível observar que marginais transitam nas ruas ilegalmente. A exemplo, em matéria do G1, fala-se sobre criminosos armados que atacaram a bancos em Mococa, interior de São Paulo. Assim, a falta de justiça e proteção ao cidadão é uma questão a ser discutida.
Além disso, a sociedade atual carrega valores culturais sobre o ato de violência contra as mulheres. De acordo com a psicóloga Mary Scabora, “A mulher é violentada toda vez que algo lhe é imposto”. Nesse sentido, a cultura brasileira, em boa parte, defende que a mulher deva se submeter ao homem, em decorrência de violências e vítimas de assassinato. Em pesquisa do G1, o Estado de São Paulo registra 62 casos de violência doméstica por dia pela internet durante quarentena. Dessa forma, essa problemática insiste devido as raízes históricas e ideológicas.
Portanto, é mister que o Estado, por meio do Poder Legislativo, crie sistemas de monitoramento nas vendas ilegais de armas, a fim de impedir compras de objetos letais clandestinos, como também trazer proteção e calma ao cidadão. Ademais, cabe às Escolas, por meio de aulas educativas, trazer sistemas de ensino sobre respeito a mulher, para que a violência contra a mulher deixe de existir no Brasil. Quem sabe, assim, os direitos defendidos pela Constituição Federal seja efetivamente aplicado.