Violência urbana no Brasil
Enviada em 06/11/2021
A cada dia nossos ouvidos se acostumam mais a ouvir sobre homicídios, feminicídios, roubos, narcotráfico, estupros, arrombamentos de bancos com reféns, sequestro, enfim, violência. A raiz desse problema pode estar na estrutura da sociedade, na nossa cultura e também na própria política. Podemos dizer que o descaso com a segurança pública agravou nesses últimos anos a violência urbana no Brasil.
O sociólogo Emile Durkheim afirmou que a violência é consequência de fatores como a desigualdade social, condições financeiras, e o uso da própria vem da necessidade de poder que algumas pessoas tem. Por conta do inchaço demográfico, muitas pessoas ficam desempregadas ou não tem um emprego fixo, vivem em situaçoões precárias, como as periferias. E tudo isso acaba levando algumas ao narcotráfico, principalmente jovens.
De acordo com o Atlas da Violência de 2018, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), a taxa de homicídios por dia no Brasil, já chegou em média à 153 mortes, nos últimos anos 10 anos. Vítimas e autores tem um perfil semalhates, jovens e moradores de periferias. Isso ressalta, o quanto a desigualdade social tem um papel central nos homicídios por armas de fogo. Podemos citar também, a violência policial que tem interferência nos índices de violência, o sistema carcerário, por exemplo. Na prisão era para os presos serem ressosializados, mas em vez disso eles são humilhados, atacados, multilados, e sofrem abuso de altoridade por parte dos policiais.
A violência urbana, é um evento social que está se espalhando rapidamente. No Brasil, por exemplo, pode-se dizer que essa problemática se agravou nos últimos anos, por falta de compromisso por parte do Governo. Contudo, o reforço da segurança pública, saúde e edução, mais oportunidades de emprego e o equílibrio do sistema tributário, poderia minimizar os problemas da violência urbana.