Violência urbana no Brasil
Enviada em 07/09/2022
Nos quadrinhos, o herói, Homem-Aranha lida com a violência urbana na cidade de Nova York utilizando seus super-poderes. No Brasil, por outro lado, sem o herói dos quadrinhos, é rotineiro em noticiários os casos de criminalidade em centros urbanos. Os altos índices são produtos da desigualdade social, que incentiva o crescimento do problema, e a falha na educação. Portanto, é de grande importância a discussão sobre a violência urbana na sociedade brasileira.
Primeiramente, o Brasil ainda não investe o suficiente em educação, sobretudo, na infantil, cuja importância é maior, já que, as crianças são os futuros adultos do país. Normalmente, elas recriam ações que viram em algum lugar, seja em casa, na escola ou em filmes e desenhos. Com isso, em muitos filmes é retratada a violência, por exemplo, os de super-heróis, já que, eles costumam bater nos vilões. Contudo, as crianças começam a admirar algum super-herói e podem até querer fazer ações iguais as dele, podendo chegar a fazer uma violência.
Outrossim, a desigualdade social também é um dos fatores que agravam quadros de violência. Os homicídios, normalmente, concentram-se em bairros pobres e atingem, em proporção muito maior, a população pobre. Contudo, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o número de assassinatos em 2016 foi de 62.517, e a maioria dessa população são pobres, que vivem em lugares precários, como favelas. Com isso, percebe-se que a sociedade é muito violenta e desigual.
Portanto, para conseguir uma sociedade melhor e sem violência, o Ministério da Educação deve fornecer aulas sobre violência nas escolas, por meio de nova disciplina, para conscientizar a juventude sobre a violência urbana, de modo que haja adultos mais racionais. O governo deve distribuir renda para a população de uma forma menos desigual e investir nos lugares mais precários, por meio de verba governamental e melhores infraestruturas, assim a sociedade teria menos desigualdade, não teria violência e a população teria melhores condições de vida.