Violência urbana no Brasil
Enviada em 16/06/2024
Desde a chegada dos portugueses ao Brasil, percebe-se a institucionalização da vio-
lência que assola a nação, isso porque os estrangeiros usavam de agressão física e verbal contra os nativos para coseguir o que queriam, que eram as riquezas deste solo. Nesse sentido, depreende-se o quanto o passado evidencia os problemas de hoje, pois pouco se fez para reparar os erros estruturais que serviram como alicer-ce para a construção de uma país desigual e injusto. Com isso, caso não haja uma formação de cidadãos mais conscientes dos direitos dos outros membros, haverá uma solidificação da dinâmica social, calcada no ódio.
Em prirmeiro plano, há de se pensar na educação do povo, uma vez que ela é a in-versamente proporcional aos índices de violência de um território. Diante disso, segundo uma pesquisa feita pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísti-ca, os estados brasileiros com menores indicadores de violência urbana são aque-les onde as taxas de analfabestismo são menores , sendo assim, nota-se uma cor-relação entre esses dois fatores. Desse modo, faz-se necessário que o Estado crie mecanismos de controle à ascensão da barbárie instalada aqui.
Por conseguinte , de acordo com a Constituição Cidadã de 1988, todo cidadão tem direito à segurança, assim, o não cumprimento, por parte do governo, da diminui-
ção da violência no Brasil fere um direito inalienável do individuo. Dessa maneira, fica claro que a violência urbana enfraquece a democracia e desistimula o surgi-
mento de um tecido social coeso, uma vez que esse processo é produto da negli-
gência dos governantes. De tal modo, o país precisa romper com as amarras do Brasil colonial, para criar-se uma nova nação, que é preocupada com o outro.
Portanto, é de suma importância que os Estado tome medidas a fim de mitigar o cenário atual. Para isso, os Ministérios da Segurança e Educação devem se unir em prol de campanhas de conscientização da sociedade brasileira. Assim, isso será fei-
to por meio de parceria com a escolas para que ocorram palestras que mostrem aos alunos a importância da boa relação dos individuos nos epaços público e privado . Tal medida servirá como base para o ressurgimento de um povo mais comprometido com a saúde social, diferente do século XVI.