Violência urbana: um desafio a ser enfrentado pela sociedade brasileira
Enviada em 21/08/2020
Funcionando conforme a Lei da Inércia, a qual afirma que um corpo tende a permanecer em movimento até que uma força atue sobre ele modificando seu trajeto, a intricada violência urbana ainda subsiste na sociedade brasileira. Com isso, ao invés de operar como mecanismo de progresso, o Estado torna-se ineficaz frente esse tema, trazendo impactos negativos para a população, advindos da pobreza e desigualdade social, bem como das questões socioeconômicas e raciais. Nessa conjuntura, é imprescindível averiguar esse impasse e sugerir medidas de transformação imediata.
Nesse viés, é sabido que a vulnerabilidade social contribui para o aumento do índice de criminalidade. Desse modo, os jovens que residem em periferias ou regiões precárias veem no crime uma opção de vida, uma vez que esses não possuem acesso á uma educação de qualidade e esses locais, muitas vezes, são comandados por traficantes. De acordo com o site Violência Urbana, a pobreza e a desigualdade são fatores que estimulam a criminalidade e, consequentemente, a violência.
Ademais, vale ressaltar que a elevação da violência se da também por questões socioeconômicas e raciais. Dessa maneira, indivíduos negros e com baixa escolaridade são alvos desses crimes, seja homicídios ou assassinatos, pois muitos criminosos excluem essa parcela da sociedade por seu pensamento discriminante. Segundo a Atlas de violência de 2017 revela que a população negra corresponde a 78,9% dos 10% das pessoas com mais chances de serem vítimas de homicídio, ou seja a maioria que passam por essa história alarmante são negros.
Em suma, é notório a persistência da violência urbana no Brasil. Destarte, é primordial que governo invista em políticas de seguranças nas cidades através de polícias ou guardas que fiscalizem diariamente as vias perigosas, com intuito de reduzir o número de crimes violentos letais intencionais. Além disso, cabe ao mesmo órgão governamental punir severamente os indíviduos que participam de crime organizado na, pois só assim o Estado tornará apto a mudar essa inquietante vivência.