Violência urbana: um desafio a ser enfrentado pela sociedade brasileira

Enviada em 04/11/2023

Na Constituição Federal, no artigo 5, prevê o direito a segurança e a inviolabilidade do direito à vida. Conquanto tal prorrogativa não é vivida na prática ao observar a violência urbana enfretada pelos brasileiros, uma vez que tal situação resulte na desordem e retrocesso dessa lei. Esse lastimável panorama é calcado pela inoperância governamental e tem como consequência a insegurança da população.

Sob esse viés, há de se constatar a débil ação do Poder Público enquanto mantedora dessa problemática. Acerca disso, no livro “Leviatã”, p filósofo Thomas hobbes defende a responsabilidade do Estado prover direitos básicos para o progresso coletivo. Contudo, as autoridades vão contra a ideia de Hobbes, visto que possuem um posicionamento inerte e relaçao a violência urbana no país, - a qual evolui diariamente. Dessa forma, sabe-se que a criminalidade contribui para a formação de uma sociedade retraída e desgrente do Poder do Estado. Assim, evidência-se a extrema necessidade de ações estatais para combater esse cenário.

Por conseguinte, a violência urbana constroi uma federação insegura, com temor constante de tornar-se a próxima vítima. Nesse contexto, a SVS - Secretaria de vigilância em saúde - em sua pesquisa de mortalidade violenta, obteve o resultado de maior porcetagem nas taxas de homicídio - a morte do homem provocada por outro. Desse modo, compreende-se que a criminalidade interage diretamente com medo da sociedade, - principalmente os moradores das metrópolis, visto que é onde encontra a maior concentração dessa violência. Posto isso, é notório a gravidade dessa situação, tornando-se um desafio de ambito coletivo a ser enfrentado - afinal, esse panoram impede a garantia dos direitos básicos sociais.

Em suma, é mister a atuação estatal em combate a violência urbana. Destarte, a fim de garantir a segurança e bem-estar da população, cabe ao Ministério da Segurança, investir em melhorias para evolução da proteção social, utilizando tal capital para ampliar a frota das forças armadas, ampliar os guardas ativo e junto a a essas ações aumentar a circulação de policiais na cidades,