10 dicas de escrita para concurseiros

Roberta Rinaldi Concurso Público

As provas de concurso são conhecidas por sua complexidade e alto nível de cobrança da banca corretora. Isso acontece graças ao grande número de candidatos concorrendo a um número limitado de vagas. Por isso, só os realmente bem preparados conseguem uma boa nota, sendo necessário, portanto, dedicação. Neste post, daremos 10 dicas e informações sobre como é cobrada a prova discursiva, ou seja, a redação dos principais concursos, e o que você, candidato, deve ficar atento a respeito para se dar bem! 😉

  1. O tipo textual predominantemente cobrado nos concursos é o dissertativo. Em aspectos estruturais, portanto, é preciso apresentar introdução, desenvolvimento e conclusão.
  2. A introdução e conclusão devem ser breves e bem relacionadas. O desenvolvimento deve ser apresentado em pelo menos dois parágrafos.
  3. A banca espera que ideias inovadoras e que denotem autoria sejam abordadas no texto, afinal, o candidato tem como objetivo se destacar em meio aos demais; para isso, deve procurar não se ater ao senso comum.
  4. O candidato precisa escolher e defender uma tese. Comprová-la de forma objetiva e coerente é essencial para convencer o leitor/corretor.
  5. Quando o título for obrigatório, essa informação será especificada no comando da proposta.
  6. Letra ilegível leva à anulação da prova e rasuras geralmente são penalizadas. Atenção!
  7. A correção considera, por partes, os níveis macro e microestruturais, ou seja, aquilo que é mais superficial no texto (esteticamente, organizacionalmente) e aquilo que é mais interior ao texto (ligação entre as ideias, objetividade, pertinência ao tema etc).
  8. Estudar os aspectos gramaticais é importantíssimo. Determinadas bancas de correção descontam pontos do candidato a cada erro. Por exemplo, em 2012, a banca da Fundação Getúlio Vargas cobrou -0,25 pontos a cada erro de ortografia no texto, -0,50 a cada erro de pontuação e -0,75 a cada erro de paragrafação.
  9. Diferentemente do Enem, os concursos não exigem que o aluno dê uma proposta de intervenção final. A finalização é feita por meio da retomada do que foi dito na introdução. Aplicar uma proposta é completamente opcional.
  10. Não é necessário rebuscar demais o vocabulário. O importante é se fazer entender de forma clara e objetiva.

Gostou das dicas? Compartilha com a gente e com seus colegas quais outros macetes importantes você conhece para fazer as provas discursivas dos concursos. 😉

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