A eficiência da política antidrogas brasileira

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    Em 2018, quatro anos após aprovada a Lei da Maconha, a qual delimita o uso da mesma, o Uruguai comemora a redução dos crimes do narcotráfico. A luta do país pela redução dos crimes assemelha - se à luta de diversas nações, incluindo o Brasil. Desde que a Lei de Droga foi aprovada no país inúmeras UPPs foram fixadas em comunidades, porém suas criações não estão inversamente proporcionais à diminuição do tráfico.  
         Foi inserido na constituição de 1988 a pauta que afirma o tráfico de drogas um crime inafiançável e sem anistia, todavia o Poder Executivo tem fiscalizado flexivelmente, julgando os intermédios e a base da pirâmide, vendedores e usuários,  do tráfico e abrandando o topo. Na série norte - americana Narcos, o governo estadunidense e colombiano tentam combater o traficante Pablo Escobar, nela o espectador encara uma ficção sob à realidade, onde exprime de forma clara que o topo da pirâmide permeia por empresários e políticos corruptos, fazendo a constituição prevalecer somente para a base. 
           Outrossim, a criminalidade decorrente do tráfico ainda é um grande impasse na gestão da segurança pública. Conforme o físico Isaac Newton, para toda ação há uma reação de igual intensidade em sentido contrário, dessa maneira, as ações efetivas no combate à venda de drogas é fundamental para transpor as barreiras da doença que atinge a sociedade; o medo. 
         Segundo o filósofo Augusto Conte é necessário ver para prever e prever para prover. Portanto, medidas são exigidas para prover melhorias nas políticas antidrogas no Brasil. Cabe ao Poder Legislativo criar projetos de leis que determinam novas delimitações para o consumo dos produtos narcóticos e a regulamentação da venda - uma vez que seus vendedores sonegam impostos - a fim de diminuir o comércio - por conseguinte - inflexibilidade das leis extinguindo a meritocracia. Só assim, a realidade modificar - se - á e a liberdade será real.