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    Desde a sua invenção, o tráfico de drogas ilícitas pode ser considerado como parte do cotidiano de algumas pessoas. Porém, com o surgimento de leis que proíbem o seu comércio, e decretando-a como um crime sem direito a fiança e anistia, houve um declínio significativo em sua distribuição. Nesse aspecto, em que a principal vítima acaba sendo a população de baixa renda, faz-se necessário, uma verificação no código penal, para que assim, a sua  eficiência seja cada vez melhor.
     Em primeiro lugar, precisamos entender como funciona o tráfico de drogas. Ao ligarmos a TV, e acompanharmos um jornal televisível, pode-se notar que grande parte dos casos de prisões efetuadas por esse crime, ocorre em favelas. A série americana Narcos, conta a história dos quartéis colombianos, e demonstram que o comercio de narcóticos ocorre por meio de pirâmides, em que a base seria a população de baixa renda, que está sujeita a atos mais sujos, e que, quem está em cima comanda tudo.
     Ademais, após entendermos como funciona o esquema de comércio, precisa-se de uma checagem no esquema de investigação. Dessa forma, deve-se abrir uma sequência de busca para poder apreender os "cabeças" por trás do traficante. Um dos pensamentos filosóficos de Francis Bacon, afirma que o comportamento do homem é contagioso, partindo desse conceito, se não acabarmos logo com essa prática, a tendência é só piorar a situação.
     Fica claro, portanto, que o problema em questão é bem mais amplo do que aparenta. O Governo, em parceria com a Secretaria de Segurança, deve propor maiores investimentos aos departamentos investigativos da polícia Civil e Federal, para que assim, possam agir com mais facilidade nos processos em busca dos criminosos chaves. A SEDUC, buscar espaço na mídia para conscientizar a população dos riscos que essa vida pode trazer, e incentivar a denúncia assegurando o anonimato da pessoa. Pois somente assim, com uma ação coletiva, pode-se efetivar o processo de um Brasil sem drogas.