Envie sua redação para correção
    No Brasil contemporâneo, o consumo de drogas vem crescendo devido a quantidade de usuários e por falta de políticas públicas. Além disso, o alvo dos traficantes são sempre menores de idade e periféricos, leis não punem, por exemplo, pessoas com uma renda maior. Do mesmo modo, a falta de fiscalização nas fronteiras, onde ocorre a entrada de droga no país, pode está contribuindo cada vez mais na rede de tráfico.
       Em primeiro lugar, deve-se ressaltar que embora o Estado tenha projetos  e políticas públicas para o sujeito, ainda existem falhas e se faz necessário o funcionamento desses projetos com mais precisão, pois o indivíduo que chefia o tráfico tira proveito e permanece ileso usando uma criança ou adolescente que não pode ser preso, como cobaia de entrega de drogas. Em consequência, o adolescente pode fazer uso dessas drogas, e sua realidade contribui, na maioria das vezes, estando em regiões periféricas e com uma estrutura familiar abalada. Um dos fatores que podem reverter esse quadro é o investimento no processo educacional dessas crianças.
       Outro aspecto a ser ressaltado é que num país onde há desigualdade social, o proletariado não têm os mesmos direitos que a burguesia, usuários com influência política em determinadas cidades conseguem fazer com que o tráfico se perpetue e isso mostra que por trás do dependente que trafica figura-se toda uma rede, sendo que segundo informações do jornal O Globo, apenas 4% das fronteiras nacionais são monitoradas pelo Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras, e isso subsidia a rede, gerando, assim, aumento do número de viciados.
       Dado o exposto, é de grande dificuldade acabar com o tráfico num país como o Brasil, porém existem meios que fazem diminuir o índice de usuários, no intuito de que parando o consumo, para a produção. O Governo deve investir mais em educação, nas políticas afirmativas e nos programas de reestruturação familiar, e os verdadeiros culpados devem ser punidos pela lei. Ademais, deve haver um aumento na fiscalização das fronteiras que são passagem de entrada para as drogas.