A eficiência da política antidrogas brasileira

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    A repressão nas comunidades combatem os pequenos traficantes, mostra serviço á população e oculta  os grandes traficantes, além da criminalização do usuário e dependentes que levam muitos jovens para a cadeia e causa distúrbios permanentes. O álcool e o cigarro são aceito e estimulado na sociedade. A droga tem se tornado item essencial de sobrevivência nas cidades, mostrando que a eficiência da politica antidrogas brasileira, é falha e ineficiente. 
          O combate ao pequeno tráfico se mostra ineficiente e traz graves consequências a comunidade que habitam as favelas onde ocorrem estas intervenções. Reprimindo os moradores, que ficam em meio aos conflitos e tiroteios, matando crianças dentro de casa ou vindo da escola como é reportados nos jornais nacionais. O custo ao povo é muito alto, enquanto os verdadeiros e grandes traficantes saem ilesos. Também cabe a analise da criminalização de usuários e dependentes, que ocupam celas nas cadeias enquanto deveriam ocupar centros terapêuticos, muito da superpopulação carcerária se dá a criminalização destas pessoas. O consumo de drogas especialmente “lança-perfume” pode causar distúrbios mentais como esquizofrenias, conforme é observado nas periferias. Gerando mais um problema na sociedade. 
         Embora exista advertência nas embalagens de cigarro, o mesmo é visto com naturalidade pela sociedade, mesmo se tratando de um produto com mais de 400 toxinas. Na televisão o comercial de cerveja é repetido constantemente, o álcool se tornou parte da família. O problema das drogas vai além, muitos dependentes e usuários que moram na rua utilizam as drogas para combater a fome e o frio. Pois assim, ficam anestesiadas e se esquecem de suas necessidades. 
        Portanto faz se necessário a discussão das politicas antidrogas no Brasil, a começar com a descriminalização da maconha, visto que é menos agressiva que o cigarro e o álcool e a descriminalização de usuários evitando a superpopulação carcerária. Esta discussão deve partir do governo federal, para que seja informado em escolas e comercial de televisão, as causa e consequências do consumo de droga, cabe também um posicionamento firme perante as empresas do setor de álcool e cigarro, controlando sua publicidade e produto. Ao estado cabe politicas públicas que auxiliem as pessoas que já dependem das drogas, como atendimento em centros terapêuticos ou postos de saúde para que haja um uso supervisionado e para que o usuário entenda que sua dependência é uma doença a ser tratada. Faz-se necessário que o estado melhore as condições para a população mais carente do país, que são os que estão mais expostos as drogas.