A eficiência da política antidrogas brasileira

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    Nos Estados Unidos, o sistema de intervenção para o combate do narcotráfico é bastante intensivo. Porém, no Brasil a realidade é diferente, pois a atuação da política antidrogas no país não é exercida de maneira produtiva como prevista. A política corrupta e os meios de divulgação de informação seletiva é contribuinte para que as leis de combate sejam mal exercidas, que pode ser solucionado através da colaboração do Estado juntamente com a mídia para a efetivação desse revés. 
     Em 1973, o Brasil aderiu uma lei que separa as sentenças penais do traficante e do usuário. Porém, a própria leio encontra dificuldades de estabelecer a diferença entre o usuário e o traficante. Essa distinção se dá de maneira seletiva e que reforça as desigualdades. As dificuldades de separar as sentenças e efetiva-las são causadas pela política corrupta e ineficaz do país, trazendo então crises na segurança e saúde da sociedade. 
     Em decorrência desses fatores, a ineficácia da política para o combate ao narcotráfico no Brasil provoca diversos efeitos na sociedade; como a desigualdade social, pois o sistema apenas prioriza o combate aos "microtraficantes" e não lesa o mercado bilionário das drogas fazendo jus a linha de pensamento do ex-secretário nacional Luiz Guilherme Paiva, onde diz que a política criminal nacional sobre drogas é forte com os fracos e fraca com os fortes. Ademais, tal frase também serve para o padrão de mídia social, que exclui a alta sociedade de acusações que são servidas apenas para os pobres. 
     Portanto, é necessário uma relação dialoga entre o Estado e a mídia para que esse impasse seja resolvido. O Estado por meio do Ministério Público pode intervir investindo mais em investigações para punir tanto os microtraficantes quanto a elite envolvida no tráfico. A mídia, como função crucial, deve transmitir à sociedade denúncias e informações contra políticos corruptos que não são afetados e encobrem a elite de punições.