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    Na teoria as leis antidrogas sancionadas no Brasil são excelentes, porém na prática não é tão eficiente como deveria ser. A mídia brasileira na maioria das vezes mostra marginais que vivem em favelas sendo os protagonistas desse tráfico de drogas, pois se tratam de pessoas pobres, faveladas e na maioria das vezes negros, mas por que a mídia não trata a elite brasileira como trata esses marginais favelados? Sabe-se que, políticos e empresários fazem o uso dessas substâncias.
         Em 2017 o filho da desembargadora Tânia Garcia, foi apreendido por tráfico de drogas, portando mais de 100 quilos de maconha, além de armas de fogo, logo, 3 meses depois a justiça mandou-o soltar por ser filho de uma mulher da elite brasileira. Com tantas leis antidrogas, por que o rapaz foi solto? Por que a justiça não foi justa? Perguntas desse tipo nos levam a ter certeza que a alta sociedade brasileira não se encaixa nessas leis.
         A  obra cinematográfica tropa de elite 2, mostra como deve ser exercida a justiça, tanto para criminosos, quanto para políticos, onde ambos são presos por seus crimes e atos. O filme crítica a alta classe brasileira, haja vista que as leis na maioria das vezes acabam não se aplicando a essas pessoas.
        As substâncias químicas nocivas, é muito prejudicial a saúde, pois retarda a pessoa e a maioria delas queima os neurônios, então não se trata somente de um problema ao combate as drogas, mas também leva ao país a criação de mais centros de reabilitações e mais investimento em saúde e prisões. Pensando nesses problemas, a justiça sendo efetiva, o país terá mais recursos para serviços públicos, como saúde, educação, segurança.
         Recai sobre a justiça, portanto, o compromisso de administrar com mais consciência as leis antidrogas, uma vez que esta consta só na constituição brasileira, mas não na prática. Sendo assim, desde que haja a parceria entre as forças armadas, comunidade e família, será possível amenizar esse problema, construindo o progresso sem desconsiderar a ordem.