A eficiência da política antidrogas brasileira

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    É indubitável que alguns setores governamentais se mobilizam com o objetivo de combater o uso e o tráfico de drogas no Brasil. Entretanto, diversas vezes essas políticas são vistas com caráter violento, abandonando seu aspecto acolhedor que causaria sensação de pertencimento por parte do outro.
      Certamente, observamos que durante operações policiais a ação prossegue a um caminho violento. Bombas, balas de borracha e porretes. Objetos que causam medo e consequentemente afastamento entre as partes. Em harmônia com a Constituição Federal de 1988, é claro que a violência do poder público para com o indivíduo é crime. Dessa forma, a ação torna-se ineficaz, causando repulsa nos dependentes.
        Contrariamente à essas políticas, temos alguns projetos governamentais que tem enfoque em reintegração social. Esses partem do pressuposto que não apenas as drogas levam o indivíduo a uma situação deplorável, mas também alguns fatores sociais, como: desemprego, relações sociais,etc. Essa política proporciona o sentimento de pertencimento social, os usuários passam a se sentir cidadãos, com vida social ativa. Demonstrando maiores resultados no combate ao uso e ao tráfico de drogas.
        Enfim, concluímos que as políticas com foco na reestruturação social possuem repostas mais positivas. A fim de aumentar os resultados, é essencial que a Secretaria Nacional Sobre Drogas elabore projetos de investimento em fundação de abrigos, os quais propiciariam trabalho em troca de moradia. Além disso, cabe ao Ministério da Educação oferecer cursos exclusivos para essas pessoas, objetivando incentivar o crescimento profissional para obter uma vida autônoma.