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    Quando se pensar a respeito da eficiência da política antidrogas brasileira, deve-se discutir os motivos pelos quais ela está sendo falha. Analisar o tráfico e o uso de drogas pensando nas medidas de prevenção, tratamento e reinserção social, pode ser o caminho para melhorar essa questão.
          A primeira reflexão a ser feita é sobre a origem das drogas no país, sabe-se que o produtor e comerciante desta não reside nas favelas, porém é a população carente que sofre com o tráfico e uso de drogas. Atuar na prevenção deste problema, seria a estratégia mais eficaz e eficiente para o Estado, utilizando-se  das mídias digitais para divulgar a gravidade de uso de drogas, seus efeitos adversos e riscos, apontando que este fato é criminoso e punível.
    
          A segunda reflexão necessária trata-se do aprimoramento das políticas de tratamento dos dependentes químicos de drogas. Pois não são apenas os usuários que sofrem, mas todas as pessoas em seu círculo social, incluindo familiares e amigos, sendo importante o cuidado bio-psico-social destes. Lembrando que os dependentes podem ser por exemplo, adolescentes, pai/mãe de família, maior provedor/a do lar, então para cada pessoa deve-se aplicar uma medida diferente, visando abranger todas as suas necessidades.
    
          A terceira reflexão trata-se da importância em promover a reinserção social, seja do ex traficando ou do ex usuário. O governo precisa investir mais em projetos culturais e esportivos, investir principalmente em educação e cursos técnicos. Mantendo assim  as crianças e adolescentes na escola participando dos projetos, e os adultos preparados para o mercado de trabalho, sendo a melhor forma de prevenir a reincidências.
          Assim, conclui-se que não há eficiência na política antidrogas do Brasil. As análises acima reforçam a emergência de aplicar melhores medidas de prevenção, tratamento e reinserção social dessas pessoas.