A eficiência da política antidrogas brasileira

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    Ao se elevar a pauta da política antidrogas brasileira, pode-se perceber que a mesma é insuficiente, visto que o país é um dos mais violentos do mundo e o tráfico de drogas é um protagonista nesse "cenário". Por conseguinte, as exacerbadas ondas de crimes tornaram "comuns" as mesmas, após conformismo social com a falta de proteção pública e da impunidade criminal.
       Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o nono país mais violento do mundo e, também, que um terço dos presos respondem por tráfico de drogas, afirma jornal "G1". Em meio à violência, o tráfico é uma "linha de frente" para o crime, ou seja, envolvidos no mesmo tomam a iniciativa de um roubo ou latrocínio, em variados locais, reforçados pela grande probabilidade de sucesso nas ações.
       Em suma, as consequências da política antidrogas no Brasil não são sentidas e não oferecem segurança real para a população, pois no país ocorreram mais homicídios em quatro anos, do que nesse mesmo período em guerra na Síria de acordo com reportagem do Jornal Nacional, ou que não mais de 5% dos assassinatos resultam em condenação, dado divulgado pelo Ministério da Justiça. Logo, ações militares fazem-se necessárias para combater este pilar da marginalidade, que é o tráfico de drogas.
       Portanto, cabe ao exército e às forças militares a intensificação da frequência e de intensidade das invasões aos centros do tráfico, geralmente em favelas, com o objetivo de capturar o máximo de bandidos e impedir a reorganização dos mesmos com o alocamento de policiares e de instaurações de bases dentro dos locais. Ainda mais, reforçar o policiamento civil, de modo que duas ou três equipes de policiais façam rondas constantes em áreas de grande concentração de pessoas ou que tenham históricos de roubos frequentes.