A eficiência da política antidrogas brasileira

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    A política antidrogas é um movimento global de combate às drogas que visa diminuir o seu uso e os efeitos prejudiciais de sua utilização. No caso do Brasil, a política antidrogas tem se mostrado ineficiente, e de acordo com a diretora da OMS, Organização Mundial da Saúde, isso acontece pelo fato de que as substâncias ilícitas são tratadas como um caso de Polícia e não de Saúde Pública, o qual é o mais apropriado.
          Uma das maiores causas da ineficácia do tema em questão é o modo como são tratados os entorpecentes não legalizados como a maconha e a cocaína. Ambas por serem comercializadas de maneira ilegal não são taxadas e quando isso acontece não há informações sobre a venda ou compra de tais itens.
          Além disso, a visão retrógrada da sociedade sobre a maconha e as demais drogas ilícitas dificultam o tratamento porque muitas vezes há quem não procure tratamento por vergonha, e uma prova de que há uma perspectiva preconceituosa em torno da mariguana, é que a primeira lei que a proibiu também tornou ilegal a prática da capoeira e do candomblé por serem atividades e coisas do povo africano e seus descendentes.
          Com isso concluí-se que, a política antidrogas brasileira foi formulada de maneira errônea por razões morais históricas, o que fez com que ela fosse demasiadamente diferente daquelas vistas em países desenvolvidos, os quais à consideram assunto de Saúde Pública. Para uma melhora do assunto em questão é necessário que os 3 Poderes ajam em conjunto para liberar, tratar e controlar aos poucos as drogas ilícitas para enfim poder reformar e aprimorar a política contra as drogas.