A eficiência da política antidrogas brasileira

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    A preocupação com o uso de drogas ilícitas não é algo que  somente assombra nossa pátria, assim como não é um fenômeno moderno, porém, hodiernamente o assunto está em evidência, seja por ter conexão direta com a criminalidade e também com a juventude tresloucada dos dia atuais.
        A política antidrogas adotada em nossas normas, ao contrário do que pensam os leigos, não está tão preocupada com a diminuição do consumo, pois verifica-se na própria lei de Drogas, de 2006, artigos com penas brandas à pessoas que compartilham drogas em grupos e para casais que realizam essa atividade ilícita. O caso mais grave é o fato do usuário de drogas ter sido despenalizado pelo STF, apesar de continuar sendo crime, por suas condutas atípicas.
        Esse "incentivo" ao uso, aliado ao fato de nossa legislação dar um tratamento especial  regado a uma proteção intensa  àqueles que ainda não completaram 18 anos, faz com que drogas se proliferem de forma estrondosa em todas as camadas da sociedade. O resultado disso é uma política ineficiente e pífia, apenas mantida por propagandas inaprofundadas ou inexistentes sobre o assunto. 
         Nunca se chegou em um nível tão alto de apoio familiar no contexto prevenção, pois com o advento da tecnologia, faz-se presente que o poder pátrio, constituído no próprio ECA, se faça valer, para que sejam verificados textos, mensagens e relações de amizade. Até podemos imaginar uma atualização em gírias das mais variadas, afim de identificar precocemente sinais, podendo ainda, ser tempo de prevenção.
        O governo federal, ainda que se mostrando ineficiente no atual momento, é o maior responsável e deve, com deputados federais e senadores, corrigir os erros legislativos, endurecendo mais as regras quanto ao uso de entorpecentes, pode ainda, incentivar ONGs e aumentar a fiscalização no portos e fronteiras, assim dificultando a entrada de todo tipo de drogas ilegais.