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    Para onde devemos ir.
          Século XIX: China, Guerra do Ópio. Século XXI: Colômbia, Forças Revolucionárias da Colômbia. O mal causado pelas drogas não se restringe a um país ou a uma época. É um problema que vem assolando gerações inteiras por um longo período de tempo. Além da violência já mencionada, afeta a saúde do indivíduo e o equilíbrio da sociedade. Nesse sentido, faz-se necessária uma análise desse hábito nocivo, porém já enraizado, além de soluções para combatê-lo. 
              Em primeiro lugar, devemos destacar o porquê de esse costume se sustentar após séculos na sociedade. Há quem faça uso de tóxicos – como é o caso do próprio álcool – apenas de forma recreativa. Contudo, de acordo com estimativas da ONU, 27 milhões de pessoas são viciadas em entorpecentes e similares. Nesse contexto, surge um hábito ruim, que, segundo Charles Duhigg, em “O poder do hábito”, está ligado à ideia de que um estímulo gera a expectativa de resposta no cérebro do indivíduo. A droga é o estímulo, e a respostas, muitas vezes, são a fuga de uma realidade da qual se quer escapar.
            Além disso, é preciso dimensionar o problema a ser enfrentado. O tráfico de drogas, hoje, é um negócio altamente lucrativo, atuando de maneira habitual em todos os cinco continentes e sendo, em muitos lugares, de fácil acesso. Partindo, ainda, do pressuposto de que as drogas são substâncias que em contato com o organismo do indivíduo alteram seu funcionamento normal, conclui-se que dosagens constantes e elevadas geram graves problemas de saúde. Podemos dizer, então, que essa é uma questão de saúde pública nacional.
       Além disso, a escola e a família também têm papel fundamental no que diz respeito à prevenção. A mídia, como grande formadora de opinião, pode reforçar a mensagem do quão nocivo é o consumo de tais substâncias. Afim de Solucionar a questão das drogas no Brasil.