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    A atual política antidrogas do Brasil tem aumentado o uso de drogas,a população carcerária e o poder das facções criminosas. Segundo um levantamento de 2015 do síte G1.com.br,desde o início da lei de drogas, em 2006,o número de processos por tráfico de entorpecentes aumentou em quase 500%. Nesse contexto, é importante pontuar que,no combate à essas substâncias,ao invés de repressão o melhor caminho possível é a educação em massa e o acolhimento desses usuários e dependentes.
       A ineficiência das proibições fica clara em exemplos mundiais.Visto que, desde o princípio da guerra antidrogas, nenhum país obteve sucesso na erradicação desse tráfico.Isso se exemplifica no fracaço da lei seca de 1920,nos Estados Unidos,que voltaram atrás quinze anos depois, após a acenssão de gangs no país.
     Apesar disso,o Brasil reproduz o exemplo americano.Embora a lei de drogas descriminalize os usuários e dependentes, intensifica a censura aos traficantes; também não diferencia, claramente, esses criminosos e inocentes. Então, lotamos- com mais de 200 mil presos provisórios- os presídios, onde eles são coercivamente apadrinhados por facções criminosas e se formam, definitivamente, traficantes.
      Não obstante, já demonstramos uma política antidrogas exemplar.Dado que,o programa nacional de controle ao tabagismo (PNCT) gerou grandes progressos.De acordo com o INCA (Institúto nacional de câncer),sem criminalizar o cigarro, reduzimos seu consumo em mais de 50% nos últimos 20 anos. Além da diminuição de novos usuários,consequente de ações educativas, também houve grande cessação do tabagismo,pois,com o uso regulado,a busca por tratamento é bem maior nesse caso do que com drogas ilícitas, já que muitos usuários destas têm medo de punições.
      Portanto,em exemplo do PNCT,os poderes devem agir no combate às drogas em favor dos usuários e dependentes. Enquanto o Executivo disponibiliza ajuda médica e remédios, o legislativo deve garantir a regularidade deles em lei,para que assim busquem  o tratamento.