A eficiência da política antidrogas brasileira

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    Maconha, cocaína, ecstasy, heroína além de inúmeros outros entorpecentes, todos eles fazem parte do mercado negro do tráfico. Essas drogas são trazidas por meio das divisas com os demais países, são eles Peru, Paraguai e Bolívia. Para combater esse fluxo de traficantes a Polícia Federal realiza operações usando desde cães treinados para fazer o reconhecimento de algum tipo de droga, até agentes infiltrados nos aeroportos procurando por pessoas que apresente algum tipo de comportamento fora do normal.
     No aeroporto de Guarulhos, um dos principais pontos de escala em relação a rota do tráfico, são realizadas operações polícias em busca de suspeitos que em sua maioria são indivíduos que vêm de outro país e receberam uma proposta prometendo uma grande quantia em dinheiro, por isso, esses indivíduos são de fácil reconhecimento para os agentes federais, pois eles se encontram com uma grande carga de estresse.
     Não é diferente nas áreas de fronteiras, nelas, são feitas vistorias relâmpagos com cachorros farejadores. No entanto, a Polícia Federal carece de agentes nessas missões contra as drogas. Outro fator que incapacita são as rotas alternativas, tracejadas pelos bandidos, que desviam dos postos de fronteira. Por mais que haja  tentativas de barrar o tráfico, as porções apreendidas são muito pequenas em relação ao mercado das drogas em geral, tornando a luta contra o tráfico ineficiente.   Para que seja solucionado esse problema, o governo federal deverá iniciar um projeto de monitoramento através de satélites que objetivam tirar fotos em intervalos de tempo, das dezenas de rotas que não estão ao alcance dos policiais, dessa forma, colaborando com os agentes federais na busca pela erradicação do tráfico de drogas.