A eficiência da política antidrogas brasileira

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    Nem toda droga é uma droga
          A política é definida como comportamento pautada em costumes e aspectos sociais que começam em casa, com as regras familiares, ou no trabalho, com as diretrizes. Mas, quando se discute sobre política antidrogas o desfecho sempre fica em aberto, pois ao mesmo tempo que se repreende o tráfico, muitos destas drogas,  como o Canabidiol, composto derivado da maconha, por exemplo, tratam epiléticos refratários a anticonvulsivantes e depressões profundas. Logo, será que a medida está sendo discutidas pelas autoridades?
            Segundo o Sistema Único de Saúde, há uma ferramenta de direcionamento e licenciamento de medicamentos, legalizados pela Agência de Vigilância Sanitária, a ANVISA, o chamado protocolo terapêutico. Nele contém todas as diretrizes e estratégia de gerenciamento do medicamentos como a quimioterapia, morfina e outros dentro do território brasileiro. Todavia, ainda não há regulamentação concreta sobre o uso do canabidiol para finalidades terapêuticas. Entretanto, segundos dados do Jornal Nacional, muito pais burlam as leis e vão por caminhos ilícitos na busca de tratamento das crises convulsivas de seus filhos. 
           E também, em países como a Holanda, por exemplo, as políticas sobre essas drogas já é bastante disseminado. E, tanto que para fins de recreação e lazer, pessoas são licenciadas, em locais fiscalizados, a usar a maconha. Entretanto, o Brasil está longe de  discutir essa situação, porque o contexto é bastante diversificado e outras questões mais graves, como o tráfico de drogas e à saúde, merecem um olhar de maior prioridade. Além disso, o cidadão brasileiro tem o esteriótipo muito grande sobre a liberação da maconha, observando apenas o desfecho negativo e esquecendo os positivos, como investimentos de pesquisas científicas para tratamento.
            Embora, a política antidrogas no Brasil seja algo que é intensamente discutidos por parlamentares, nunca há uma solução final sobre a legalização da maconha. Isto pode ser pelo baixo conhecimento científico dos benefícios e os sobre a superestimação dos seus efeitos danosos, quando utilizados de maneira indevida. 
          Nesta perspectiva, medidas antidrogas no dias atuais não contextualizam com o cenário brasileiros ou pelo menos por um lado. Logo, é imprescindível que medidas protetivas sejam realizadas com objetivo para garantir à saúde. Assim, o SUS deve realizar estudos de científicos de intervenção do canabiol para indivíduos epiléticos. Além disso, uma pesquisa públicas, através da ANVISA, poderiam ser realizadas com objetivo de observar a opinião do cidadãos e não só proibir.