A eficiência da política antidrogas brasileira

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    A eficiência da política antidrogas do Brasil é questionada tanto pela população, como em caráter internacional, pois a maioria dos presídios brasileiros estão lotados de traficantes de diversos lugares e o problema parece crescer cada dia mais. 
    Em estados brasileiros como o Rio de Janeiro esse problema é ainda mais visível e crítico. Há confrontos quase diariamente e pessoas da comunidade são presas por tráfico ou  pelo porte de drogas e mesmo assim, há dezenas de traficantes e o fluxo das drogas continua intacto. Mas com uma lei tão severa e com os cárceres cheios de traficantes, como esse problema continua tão grande?
    O que acontece é que fonte do problema não é tratada por negligência da política brasileira. O mercado das drogas é muito maior do que microtraficantes, vai além do traficante padrão de comunidade que a população está acostumada a ver. Esse mercado é montado por pessoas de grande poder e trata de um fluxo de capital enorme, o que dificulta uma intervenção eficiente. 
    A política antidrogas precisa ser mais severa com o ponto principal do problema, ao invés de apenas reprimir o lado mais frágil desse mercado, que é apenas uma forma de dar força aos grupos que nunca são atingidos pela política criminal. A criação de políticas públicas em comunidades e em lugares que esse tipo de tráfico é mais suscetível é uma forma de combater as drogas e tentar atingir a fonte da questão.