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    Os casos de assédio sexual no Brasil existem desde a época do seu descobrimento. Com a chegada dos Europeus no território brasileiro em 1500, os nativos que ali residiam sofriam constantes abusos sexuais e, além disso, eram infectados por diversas doenças. Por conseguinte, a sociedade ainda enfrenta casos de preconceito, machismo e discriminação contra as mulheres, que são usadas apenas como objeto sexual e descartadas sem ter valor.
          Ademais, o Brasil evoluiu em muitos aspectos, mais certos comportamentos arcaicos não progrediram da mesma forma. A violência contra a mulher é um problema que está arraigado na tradição patriarcal. O homem era o provedor da família, como também tinha todo o controle sob a sua esposa. Tanto no período do Brasil colônia, império e nos primórdios da república, a mulher tinha a função de ser subserviente ao marido. Caso, não obedecesse sofria sansões pesadíssimas, como apanhar, não poder sair de casa sozinha, muitas dormiam ao alento, eram marradas ao pé da cama, e também sofria com adultérios.   
          Segundo, o conceito de estratificação social elaborado pelo sociólogo Karl Marx à sociedade é regida por uma estrutura desigual. Portanto, ainda vivemos em uma sociedade machista em que a mulher é considerada um ser humano incapaz de exercer qualquer atividade, pois, apenas é útil para servir o marido, cuidar da casa e dos filhos. Não obstante, mesmo a mulher conseguindo seu espaço na sociedade e garantindo seus direitos, políticos e sociais, são desrespeitadas e sofre com abusos constantes em diversos lugares, como, em casa, na rua, nos estabelecimentos e em transportes públicos. 
          O Direito de ir e vir das mulheres estão sendo violados e todas às vezes que são violentadas a culpa não é do agressor e sim da vítima, pois, a mulher que está provocando por vestir uma determinada roupa. Logo, 85% das mulheres já tiveram seu corpo tocado sem permissão publicamente, mas também já foram registrados mais de 17 mil feminicídios no país. Uma interação sexual sem a concessão de ambas as partes é crime, e deve ser combatida e punida, pois, além de invadir a privacidade causa danos irreversíveis fisicamente e psicologicamente. 
     Portanto, a violência contra a mulher é um problema de caráter histórico e social. Por isso, o governo deve executar políticas públicas mais eficazes. Deve-se, aumentar a fiscalização nos transportes públicos, colocar mais seguranças nas ruas e exigir o pagamento de indenização para as vítimas. Também, é preciso punir o agressor com penas mais severas, com aumento do tempo de prisão ou destiná-lo a uma clínica em que possa ser tratado para futuramente ser socializado