Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

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    Não é de hoje que as mulheres na sociedade vem sendo tratadas como objetos. O ver a mesma como um ser inferior ao homem era algo pregado em grande parte das famílias antes mesmo da idade média e continua em alguns lugares nos dias atuais, tanto que somente em 1919 foi permitido o voto feminino. Desde então a dificuldade de reduzir a objetificação feminina vem aumentando e se tornando  um dos grandes desafios que o estado tenta combater e controlar.
     Além disso, a falta de leis vigentes por parte do Governo vem contribuindo para um aumento massivo nos casos de abuso sexual. Em Agosto uma reportagem exibida pela Rede Globo, um homem foi preso em flagrante após ter ejaculado no ombro de uma passageira dentro de um ônibus em São Paulo, um mês depois do ocorrido o mesmo foi liberado e atuado novamente pelo mesmo crime. De certo a ausência de leis mais severas e o sentimento de impunidade torna as mulheres alvos mais suscetíveis a estes crimes de atentado ao pudor.
     Do mesmo modo o preconceito enraizado disseminado por parte das famílias se tornou uma espécie de '' tumor '' na sociedade atual que cresce silenciosamente oprimindo as mulheres. Pesquisas realizadas pela Ipea (instituto de pesquisa e economia aplicada) afirma que 85% das mulheres já tiveram seus corpos tocados em público sem consentimento. Portanto isso evidência o descaso com a lei e com as mulheres de um modo geral, sem dúvidas torna inadmissível que o sistema continue ignorando estes casos que cada dia cresce mais na população.
     Sendo assim, o Governo Federal, logo, deve a criação de novas delegacias especializadas nos crimes de assedio e também o aumento da pena prevista para crimes de atentado ao pudor visando uma garantia de punidade para os presos. Cabe uma junção também entre escolas e a mídia informando por meio de campanhas que tocar em uma pessoa sem a autorização da mesma e crime previsto por lei .