Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

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    A cultura patriarcal que ainda persiste na sociedade, em pleno século XXI, difama a mulher e a coloca submissa ao homem. Hodiernamente, movimentos como o feminismo, surgem como uma forma de romper esses conceitos, contudo, sofrem muita repressão, tanto por homens quanto por mulheres. Cabe agora analisarmos os motivos desse tipo de violência e como combate-lo. 
          Em primeiro plano, temos que antigamente, as mulheres estavam sobre o domínio dos homens, sendo assim, não tinham voz nem fez. Criadas e ensinadas à cuidar do lar e dos filhos, eram vistas apenas como um objeto reprodutor e tidas para satisfazer seus maridos, e por isso, eram abusadas inúmeras vezes. Essa cultura patriarcal trás consigo não somente uma visão estereotipada sobre como as mulheres devem se comportar na sociedade, mas também gera, como consequência, a cultura do assédio sexual. 
          Em uma abordagem mais profunda, temos que 40% das mulheres acima de 16 anos já sofreram algum tipo de assédio de acordo com o Datafolha, provando o quão enraizada é essa cultura na sociedade. Por isso, ONG’s como a Think OLGA e a campanha Chega de Fiu Fiu atuam para reverter essa problemática, a fim de conscientizar as mulheres acerca de seus direitos, que teoricamente, são iguais aos dos homens, e incentivá-las à denunciar quaisquer casos de abuso sexual.
          Depreende-se, portanto, que os abusos sexuais contra as mulheres não devem mais ser tolerados. Para isso, o Ministério Público, atuaria na criação e maior execução de leis que protegem as mulheres contra esse tipo de situação. Além disso, ONG’s como a Think OLGA, com ajuda Governamental, devem continuar à espalharem mais iniciativas de empoderamento feminino na luta contra o assédio. Também às instituições escolares, promover debates sobre o tema, expondo não somente a importância da denúncia, mas para propagar a igualdade entre os sexos e o respeito ao próximo. Com isso, todas e quaisquer formas de assédios serão esquecidas, contribuindo assim, para uma sociedade cada vez mais livre de preconceitos e discriminações.