Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

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    Equilíbrio de respeito
              Desde muito tempo nas sociedades antigas a mulher é tratada como propriedade do homem. Na Idade Média, seu exclusivo objetivo de vida era cuidar do lar, e atender a desejos sexuais para procriação. Consoante a isso, hoje apesar dos lentos avanços, o assédio sexual do homem contra a mulher, ainda é normalizado. Dessa forma, a cultura machista a transforma em culpada, mesmo sendo o alvo da violência.
                Nesse contexto, o assédio sexual ocorre em diversos espaços, podendo ser público ou privado. Além disso, sua ocorrência remete-se à forma como elas se vestem ou agem, logo o direito feminino de ser vítima é ocultado. Assim, segundo uma pesquisa realizada através da campanha "chega de fio-fio", apenas 15% das mulheres não tiveram seu corpo tocado em espaços públicos, o que revela o desprezo à privacidade.
                    Por conseguinte, no âmbito familiar também podem ocorrer abusos físicos ou verbais, em que até mesmo meninas são sujeitas ao desrespeito, por parte de pessoas que convive. Outrossim, a cultura patriarcal é tão bem enraizada na sociedade brasileira, que o sexo feminino aprende a ser silenciado, devido a injustiça ser comum à sua vida. Ainda mais, as denunciam realizadas não surtem efeitos. 
                          Em suma, é imprescindível que os casos de assédio sexual comecem a diminuir. Mas, para que isso ocorra é necessário que a família e a mídia não negligenciem essas ocorrências. Pois é no meio familiar que a menina deve aprender a não se conformar, e o menino a respeita-la. Como também, a mídia deve expor essa violência para trazer reflexão às pessoas. Desse modo, haverá um maior equilíbrio de respeito entre os gêneros.